segunda-feira, 17 de junho de 2013

Sequência de atividades ( Texto: Avestruz)

MELHOR GESTÃO, MELHOR ENSINO
SEQUÊNCIA DE ATIVIDADES – TEXTO AVESTRUZ – 5ª SÉRIE/6° ANO
  
ð  Conhecimentos Prévios
Apresentação de imagem que represente o texto utilizando recurso eletrônico (datashow) e questões orais.
1) O que vocês observam na imagem?
2) O que as personagens estão fazendo?
3) Quem são as personagens?

ð  Antes da Leitura
Discussão oral sobre o título.
1) O que é um avestruz?
2) Vocês já viram um avestruz?
3) Onde você acha que se pode encontrar um avestruz?

ð  Durante a Leitura
Atividades: Leitura do professor;
                    Uso do dicionário para verificar as palavras desconhecidas;
                    Leitura compartilhada identificando os elementos da narrativa.
1) Quem são os personagens do texto?
2) Há um personagem protagonista? Quem é ele?
3) Onde se passa a história?
4) Quem é o narrador? Ele participa da história ou não?                

ð  Após a Leitura
Pesquisa na Sala de Informática: Localização das cidades apontadas no texto (mapa/Google);
Estudo do texto: Compreensão – Questões que visem localizar informações explícitas;
Estudo comparativo do verbete de enciclopédia (Avestruz) com o texto ficcional (crônica Avestruz de Mário Prata).



sábado, 8 de junho de 2013

APRESENTAÇÃO

Somos professoras de português da rede pública do Estado de São Paulo, Diretoria de Ensino de Araraquara.

Participamos de um curso oferecido pela SEE intitulado "Melhor Gestão, Melhor Ensino" e através dele estamos refletindo e compartilhando nossas experiências com a leitura e a escrita.Além disso, recebemos o desafio de introduzir a tecnologia e para isso criamos esse blog

É tudo muito novo para nós, mas está sendo gratificante.
Esperamos que curtam e compartilhem o nosso trabalho!

Daise Aparecida Benevis
Daniela Marta Pacheco de Assis
Edilaine Tavares da Silva Andrade
Elen Cristina Nascimento Coelho
Fabiana Aparecida Munhoz de Carvalho


quinta-feira, 6 de junho de 2013

Crônica

quinta-feira, 6 de junho de 2013


Crônica

ERRO DE PORTUGUÊS


         Tenho, hoje, a missão de relatar aqui um fato ocorrido na época em que fui alfabetizada.
         Sempre fui uma boa aluna e consegui ser alfabetizada em poucos meses. Só na 1ª série, terminei a cartilha (Caminho Suave), o livro da 1ª e o da 2ª e precisei entrar em férias mais cedo, porque segundo a professora, não tinha mais o que fazer, já que não poderia fazer o livro da 3ª série.
         Minha escola ficava na zona rural e por isso a classe era composta pelas três séries iniciais. Nossa professora era baixinha, tinha um pé pequenino e usava sempre um lenço de crochê vermelho ou azul. Estava sempre muito séria e fazia questão de manter a classe na mais perfeita ordem.
         Naquele dia, D. Marlene ensinou uma matéria nova de Português: família de palavras. Depois da explicação, ela colocou uma lista de palavras na lousa, a partir da qual deveríamos formar as famílias.
         Sou filha de migrantes mineiros e minha mãe possuía, ou melhor, possui um vocabulário um tanto peculiar. Só mais tarde percebi que ela usava alguns termos diferentes como “pandu” ao invés de estômago, “madorna” significando cochilo e tantos outros que ela mesma criava ou pronunciava de outra forma.
         O fato é que diante da lista da professora me deparei com a palavra dor. Então, não tive dúvida e coloquei entre a família a palavra doraiada que tantas vezes tinha ouvido mamãe dizer.
         Terminada a tarefa levei-a para que a professora corrigisse, como de costume. Ela leu uma por uma e de repente pôs-se a rir repetindo a bendita palavra. Quase sem poder se conter, disse: “Coloque uma palavra mais bonita como doloroso, por exemplo”.
         Fiquei morrendo de vergonha. Aliás, aquela era a primeira vez que me via em tal situação.Voltei à carteira e corrigi o trabalho.Apesar de me sentir culpada, aquele foi um dia muito especial, afinal foi a primeira vez, em quase dois anos, que vi minha professora sorrir.


                                     EDILAINE TAVARES DA SILVA ANDRADE
                                               (atividade proposta na reunião do Saresp )



Leituras, lembranças...

Minhas experiências com a leitura e a escrita começaram muito cedo e sempre obtive muito sucesso. Consegui a ler no primeiro bimestre da 1ª série e me lembro, perfeitamente, dos elogios da professora. Eu adorava ler gibi e li quase toda a coleção Vaga-lume. Jamais esquecerei “Éramos seis” e “Cem noites tapuias”! Eu lia um livro desses em um dia. Nasci em uma família carente, mas que sempre me incentivou a estudar e até ganhei alguns livros e gibis. Tive a sorte de ter uma amiga muito querida que me emprestava gibis, a família dela era assinante. Imagine a minha alegria! Morávamos no sítio, nem TV eu tinha. A leitura me preenchia. E como! O tempo foi passando, e então já lia José de Alencar, Machado de Assis. Que delícia! E assim sempre tive muita facilidade para escrever e era sempre muito elogiada pelos professores. Uma experiência que também me marcou foi quando, em um desses cursos da SEE, foi proposto a escrita de um texto no qual deveríamos relatar algo do tempo em que fomos alfabetizados. Eu sempre gostei de ler, mas escrever só aquilo que era proposto pela escola, a maioria dissertação. Diante da proposta do curso, a princípio fiquei insegura,mas comecei a escrever  e não é que saiu uma bonita crônica. Minha amiga de escola até elogiou! Fiquei muito feliz, pois nem imaginava que seria capaz. 

terça-feira, 4 de junho de 2013

                                         Experiências de Leitura



     Minha relação com a leitura começou desde criança, pois minha avó era professora e me contava muitas história, não só ela mas todos de minha família que sempre gostavam de me contar histórias e  "causos" que já tinham acontecido de quando eram crianças. Mas o impulso mais forte pelo interesse à leitura foi quando estava na 5ª série e minha professora de português nos ensinou a gostar de ler de uma forma bem descontraída e diferente que nunca me esquecerei, em uma de suas aulas ela trouxe a música "Luz dos olhos teus" que na época era tema em uma novela, todos cantaram e se divertiram muito, logo depois ela nos pediu para que fizéssemos uma redação que se associasse a essa letra e depois cada um teve que ler e interpretar sua redação, todas as aulas eram assim divertidas e descontraídas mas nunca deixando de ensinar a ler, falar e escrever nossa língua materna. Todos os dias quando chegava em casa contava o que havia aprendido na escola para minha avó e logo depois ia dar minhas aulinhas para meus amiguinhos.
    Até hoje todos de minha família nos incentivam a ler e sempre aprender mais e mais, mas com o tempo fui ouvindo umas histórias que não se pareciam nada nada com os contos que havia lido quando criança como "Branca de Neve e os Sete Anões", "Cinderela", entre outros que me faziam imaginar que a vida não passava de uma grande e maravilhosa magia, no entanto sempre as levarei comigo, pois sonhar e imaginar não custa nada e o que seria de um adulto sem uma imaginação maravilhosa.